domingo, 16 de junho de 2013

Professora Priscilla da Silva - Frupo 07


Turma: 9º ano
Textos: Primeiro beijo (Clarice L.)/Capítulo XVI 1º Beijo (Memórias Póstumas)
Material: DVD, sulfite, CD, mídias de áudio,
Gênero: artigo de opinião
1 – Levantamento de conhecimento prévio: sobre o assunto; simbologias, tipos e significados.
2 – Conhecimento científico: curiosidades sobre o beijo; exercita os músculos faciais, aumenta os níveis de serotonina.
3 – A leitura dos textos sobre o beijo: discussão das diferenças e experiências com o beijo.
4 – Conhecendo os gêneros: artigo de opinião e das características.
5 – Filme ou música: que aborde o beijo (O vento levou) (Babado Novo/ eu quero mais é beijar na boca)
6 – Conhecendo termos e vocabulários: memórias póstumas, ao cabo, caríssimo, cosas, garção, audaz.
7 – Produção artigo de opinião: objetivo provocar uma reflexão, tema: beijo na boca é coisa do passado? O que é beijar?
8 – Intervenções: correção, devolutiva, reescrita com adequações.
Objetivos: ampliar a capacidade leitora e escritora, as habilidades argumentativas por meio do gênero artigo de opinião.
Plano de aula- Sequência didática
Professora: Nivea Ines
Disciplina: Língua Portuguesa
Turma: 6º. Ano
Tema: Aeroporto
Objetivo: Instigar o aluno a perceber os elementos e as informações implícitas no texto.
Competências e habilidades: Levantamento do conhecimento prévio sobre o assunto;
 Definição dos objetivos de leitura;
 Produzir textos.
Conteúdo:
 Texto: No aeroporto – Carlos Drummond de Andrade
             Programa “Chegadas e Partidas” – Astrid Fontenelli.

Material necessário:

ü  Xerox dos textos, Projetor para passar o vídeo.

Desenvolvimento:
1ª etapa
No primeiro momento será feito uma roda de conversa, onde o professor irá fazer perguntas como: o que é um aeroporto? Quem já viajou de avião?Quais as sensações percebidas? Para verificar os conhecimentos prévios.

2ª etapa
Pesquisa sobre o significado de aeroporto, aeronave e outros tipos de veículos;
Fazer os alunos criarem um mural com desenhos sobre suas experiências de viagem.
Fazer a exposição dos desenhos para a comunidade.

3ª etapa
Apresentação do texto “No Aeroporto” de Carlos Drummond de Andrade;
Fazer uma leitura compartilhada do texto;
Assistir o programa “Chegadas e Partidas” com Astris Fontenelli (jornalista), que é sobre experiências de chegadas e partidas em um aeroporto;
Oralidade – conversa com os alunos sobre as impressões que tiveram sobre o programa.

4ª etapa
Leitura silenciosa do texto;
Roda de conversa comparando o texto com o programa;
Levar os alunos a perceberem a questão da solidão e de como ela aparece no texto.

5ª etapa - Avaliação
Produção de uma narrativa ou um auto relato de situação de despedida.

Observação dos alunos durante todas as etapas.

sábado, 15 de junho de 2013

Sequência didática


Plano de aula-
 Sequência didática

Professora: Nilza Matos
Disciplina: Língua Portuguesa
Turma: 6º. Ano
Tema: O primeiro beijo como visão cultural

Objetivo: Leitura e escrita e respeito pela diversidade cultural e as relações afetivas
Competências e habilidades: 
ü  Levantamento do conhecimento prévio sobre o assunto;
ü  Expectativa sem função da formatação dos gêneros;
ü  Definição dos objetivos de leitura;
ü  Utilização, em função da finalidade da leitura, , do registro para melhor compreensão;
ü  Produzir textos.

Conteúdo
ü  Fixação de novo vocabulário;
ü  Pesquisa de outras culturas;
ü  Textos: Primeiro de Clarisse Lispector, Primeiro beijo de Antonio Barreto, a música Hoje a noite não tem luar, Renato Russo e A história da Bela adormecida

Material necessário:

ü  Xerox dos textos, rádio,dicionário

Desenvolvimento:
1ª etapa
No primeiro momento se faria uma sondagem com os alunos ( roda de conversa), questionado o que eles entendem sobre o primeiro beijo, qual é importância do primeiro beijo para eles e partilha de experiência.

2ª etapa
Pesquisa sobre o significado do beijo para as diversas culturas;

3ª etapa
Apresentação do texto “Primeiro beijo” de Clarice Lispector
Busca de vocabulário no texto;



4ª etapa
Apresentação e escuta da música: “Hoje a noite não tem luar” do Renato Russo mostrando uma nova visão do beijo contrapondo com a história “A bela Adormecida”;

5ª etapa

Avaliação:
 Criação de um blog ou uma produção de uma revista “adolescente”. 
Nessa revista os alunos poderão escrever pequenos textos narrativos reais ou fictícios, explorando o tema beijo.
Observação: Uma revista pressupõe texto e imagem, mesmo os alunos com dificuldades de leitura e escrita ou não alfabetizados poderão ser inseridos nas atividades ilustrando os textos.
A avaliação será continua e progressiva e os alunos serão avaliados a cada etapa, enfatizando os pontos positivo  e retomando alguns que não ficaram claros.


Bibliografia
                   
Bernard Schneuwly, Joaquim Dolz. GêNEROS E PROGRESSÃO EM EXPRESSÃO ORAL E ESCRITA -
ELEMENTOS PARA REFLEXÕES SOBRE UMA EXPERIêNCIA
SUÍÇA (FRANCÓFONA)
Lispector Clarice, Primeiro Beijo
Música: Hoje a noite não tem luar






 




sexta-feira, 14 de junho de 2013

Plano de aula



Texto – Pausa (Moacyr Scliar)

Objetivo: Trabalhar elementos da narrativa e interpretação.

Público Alvo: 7ª série.

Tempo previsto: 04 aulas.

Material: Texto, lousa, caderno, dicionário.

Metodologia: 1ª aula - Leitura e análise do texto.
                        2ª aula - Apresentar o gênero crônica e os elementos da narrativa.
                        3ª aula - Leitura silenciosa, discussão sobre o texto e levantamento
                                      de hipotéses.
                        4ª aula - Produção textual: -Modificar o desfecho a partir do momento
                                                                     em que Samuel chega ao hotel.
                                                                   -Modificar o foco narrativo.
                    
          Avaliação - Produção textual

   Verificar o entendimento sobre o texto lido e o modo como o aluno constroe sua história, e a partir de um texto base o modifica e transforma.
   Será analisado: criatividade, coesão,coerência e ortografia.     

 

                 

10 passos para ser um bom leitor


quarta-feira, 12 de junho de 2013

Situação de Aprendizagem com o texto "AVESTRUZ" (Mário Prata)

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM COM O TEXTO: AVESTRUZ (MÁRIO PRATA) 

Público alvo: 6º ano

Tempo: 6 aulas

1º) Exibição do filme “Os pinguins do Papai”;

2º) Discussão com a sala sobre o filme;

3º ) Fazer inferências sobre animais domésticos que não são comuns; cuidados com os animais domésticos;
locais para criação destes; gastos com a alimentação;

4º) Entregar aos alunos, separados em grupos, o texto “Avestruz” recortado em parágrafos (quebra-cabeça) para que eles façam a junção das partes e montem o texto;

5º) Solicitar que os grupos leiam seus textos “montados” analisando se há a coerência e uma sequência lógica. Buscar comentários dos alunos;

6º) Fazer a leitura do texto original confrontando com os dos alunos;

7º) Identificar o teor humorístico do texto;

8º) Apresentar o gênero crônica;

9º) Solicitar a produção de uma crônica envolvendo uma situação com um animal doméstico.



                                       http://www.ufrgs.br/ensinodareportagem/economia/avestruz.html


CRÔNICA - http://queconceito.com.br/cronica

Significado de Crônica

O que é Crônica:
Crônica é uma narrativa histórica que expõe os fatos seguindo uma ordem cronológica. A palavra crônica deriva do grego "chronos" que significa "tempo". Nos jornais e revistas, a crônica é uma narração curta escrita pelo mesmo autor e publicada em uma seção habitual do periódico, na qual são relatados fatos do cotidiano e outros assuntos relacionados a arte, esporte, ciência, etc.
Os cronistas procuram descrever os eventos relatados na crônica de acordo com a sua própria visão crítica dos fatos, muitas vezes através de frases dirigidas ao leitor, como se estivesse estabelecendo um diálogo. Alguns tipos de crônicas são a jornalística, humorística, histórica, descritiva, narrativa, dissertativa, poética e lírica.
Na crônica humorística, o cronista escreve o texto apresentando uma visão irônica e bem humorada dos acontecimentos. Na literatura brasileira, escritores brasileiros que se destacam neste tipo de narrativa são Fernando Sabino, Luis Fernando Veríssimo, Millôr Fernandes. Alguns outros famosos cronistas são Arnaldo Jabor, Martha Medeiros, Rubem Braga, entre outros.
(...)

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Eu e meus livros 

 
    Na minha infância, sempre tive contato com esse universo dos livros. Os adultos constumavam contar histórias de terror à noite. Meu pai gostava de ler literatura de Cordel, já minha avó e minha mãe costumavam ler romances e aventuras;  logo esse costume foi adotado por mim por influência deles. Lembro que com 11 anos já lia “As aventuras de Tarzan”, “Minas do Rei Salomão” e “A ilha do tesouro”. Amava gibis como “Luluzinha”, “Cebolinha”, “Madame Min” e “Pato Donald”, só de lembrar deles já sinto um sorriso no meu rosto sobre as recordações felizes de quando eu era  pequena. O costume de ler não morreu com os anos, parece ter criado raízes dentro de mim e aonde quer que eu vá sempre levo um livro comigo. Por isso me identifiquei muito com o depoimento de Nina Horta sobre sua experiência com a leitura.
 


Minha experiência com leitura se deu muito cedo, apesar de não pertencer ao uma família de leitores. Tenho uma madrinha que sempre me incentivou a prática leitora, de início comecei com os gibis, depois partir para os livros da série vaga-lume o primeiro que li foi o “Escaravelho do diabo”, achei a história fantástica o que me motivou ainda mais a ler.
Mas uma experiência especial que tive foi no 9º ano do Ensino fundamental, tive uma professora de Língua fantástica que incentivava seus alunos de um modo especial. Além de falar dos livros com entusiasmo único ela nos propunha um desafio a cada bimestre; nós tínhamos que ler um livro clássico indicado por ela e um livro moderno para fazermos uma comparação entre eles e um mês depois havia uma roda de conversa. Era muito instigante essa prática, pois, tínhamos que ler os livros para poder participar da discussão.
Hoje posso dizer que essas duas pessoas ativaram em mim a vontade de ler e me tornei uma leitora consciente e critica graças a elas.

 Como dizia o grande filósofo Voltaire: "A Leitura engrandece a alma"
MEUS OITO ANOS

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias
Do despontar da existência!
— Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é — lago sereno,
O céu — um manto azulado,
O mundo — um sonho dourado,
A vida — um hino d'amor!
Que aurora, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!
Oh! dias da minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minhã irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
— Pés descalços, braços nus
— Correndo pelas campinas
A roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo.
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!
................................
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
— Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
A sombra das bananeiras
Debaixo dos laranjais!"
Casimiro de Abreu

terça-feira, 4 de junho de 2013

Um breve depoimento da experiência de uma professora com a leitura e a escrita.


É fantástico poder partilhar algo que foi muito importante em minha vida: a leitura e escrita, bem como poder conhecer as histórias dos colegas do fórum. Na minha infância algumas coisas e pessoas necessárias foram ausentes, então descobri a magia da leitura por meio de uma professora que lecionava na quinta série. Ela levava livros da coleção vaga-lume, nós alunos escolhíamos, líamos e depois fazíamos apresentações orais. Ao abrir o livro para ler, como citou Marilena Chauí, abriu-se a porta de outros mundos para mim. Ler passou a ser uma das poucas coisas boas que eu tinha naquela época. Eu fui para a ilha junto com aquelas crianças do livro “A ilha perdida”, aventurei-me com o repórter Aquiles quando ele tentava obter pistas sobre “Tráfico de Anjos”. E Rubem Alves tem razão quando diz que a leitura transforma, ela transformou a minha vida porque passou – nas palavras de Antonio Candido - a enriquecer minha visão de mundo.
O depoimento do Gabriel Pensador sobre redação fez lembrar-me de uma experiência que tive com a escrita e que me marcou; foi na quarta série, a professora leu minha redação sobre as férias, e me senti enxergada por meio da escrita, do texto que havia feito, me senti importante e assim como Gilberto Gil, tenho lembranças da minha avó paterna lendo histórias bíblicas, eu tinha apenas cinco anos e adorava ficar sentada no colo dela ouvindo.



 

domingo, 2 de junho de 2013

A família e a leitura em minha vida!

Pela felicidade, talvez do destino, nasci em um lar simples, porém com pessoas que sempre me favoreceram na leitura e na escrita. Meu irmão mais velho, 10 anos de diferença entre nós, como já estudava, me ensinou a ler e a escrever, assim aprendi a conhecer essa grande mágica! Este mesmo irmão, depois de alguns anos, se tornou sócio de um chamado “Círculo do Livro”, onde ele tinha que fazer compras periodicamente através de um catálogo, e eu, sempre era presenteado com um livro... Sem contar que minha mãe, também,  comprava para mim  pequenos livros ou gibis. Como era maravilhoso poder me entregar àquela leitura... Vivi grandes momentos de herói com “O Pequeno Astronauta”, “Tonico o Cawboy”, chorei e sofri com “Mariazinha e as castanhas”, “Coração de vidro”, “Pintarroxo friorento” e muitos mais...
Dessa forma a leitura se fez presente em minha vida e da mesma forma que aprendi a gostar, procuro passar para outras pessoas, ler por prazer, por vivenciar, por se tornar um herói, um valente, viajar por esse mundo maravilhoso que a leitura nos permite.
(Renato Celestino - Melhor Gestão Melhor Ensino - Grupo 07)